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11 de janeiro de 2019

Segredos do Mountain Bike

O que fazer em relação à alimentação no período de transição? Quando os atletas de Mountain Bike entram no período de transição, muita coisa muda, principalmente o gasto calórico dos treinos e os tipos de treino! Com isso, o nutricionista tem que ficar atento nessas alterações, pois interfere diretamente na composição corporal, caso esses cuidados não sejam levados em conta. Aquele atleta que alcançou o percentual de gordura desejado ao longo do ano, não pode se descuidar nesse período, pois um aumento de peso corporal pode acontecer. Esse período coincide com férias e festas de fim de ano, época difícil de ter uma rotina. Mas, não é motivo para se descuidar e não se preocupar com a alimentação. O nutricionista deve adequar o plano alimentar a essa nova realidade, garantindo a qualidade e oferecendo a quantidade certa para a manutenção do equilíbrio do organismo.

Quais os pontos principais que exigem atenção?

Primeiramente, o atleta tem que relatar a sua nova rotina de vida: de horários, tipos e intensidades de treino. A partir daí, o nutricionista tem que estimar o gasto calórico para definir a quantidade calórica que deverá ser ingerida nesse período. Se o atleta ainda tem que diminuir o percentual de gordura, o consumo calórico tem que ser inferior ao gasto e se o objetivo já é manutenção da composição corporal, a ingestão tem que ser igual a esse gasto (objetivos mais comuns solicitados pelos atletas). A distribuição dos nutrientes deve ser de acordo com a recomendação para atletas, sendo 60 a 70% em carboidratos, 25% em gorduras e em torno de 1,4 a 2,0gr de prot/Kg de peso corporal.   Sendo assim, a maior parte do consumo continuará sendo de alimentos energéticos (ricos em carboidrato), afinal, são eles que mantém o atleta disposto para a realização da planilha de treino. As quantidades de cada alimento, aí sim, deverão ser diminuídas para alcançar o valor calórico final do dia que está reduzido, devido ao momento de transição que exige menos do atleta, fisiologicamente. A qualidade dos alimentos é fundamental para que o organismo continue em equilíbrio e funcionando bem. Frutas, verduras, legumes sempre devem ser ingeridos com frequência… Ou seja, os alimentos coloridos devem estar presentes, pois são importantíssimos para o sistema imunológico e outros processos metabólicos do corpo. E por fim, os aspectos básicos de alimentação pré-treino e pós-treino devem ser mantidos para que o desempenho não seja afetado, mesmo sendo nesse período de transição. O importante é o organismo se manter ativo, bem nutrido, descansado, para que o retorno aos treinos fortes e ao calendário de competições torne-se um momento tranquilo e de fácil readaptação. Sendo assim, fiquem atentos nesse período! A necessidade de uma adequação da alimentação interfere positivamente na composição corporal e no organismo como um todo. O importante é vivenciar essa época de uma forma tranquila e equilibrada para que o início do próximo ciclo de treinos seja excelente!   Se gostou do texto, já compartilha logo com a sua galera do pedal e vamos juntos!  

Por: Cristiane Rocha Dayrell

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CHRISTIAN DRUMOND

Cardiologista, Pós graduado em Medicina do Esporte, Coach, Ciclista “Old School”, Apaixonado por MTB, e Fundador do Segredos do Mountain Bike.

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