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7 de junho de 2018

Segredos do Mountain Bike

Desde que era ciclista de estrada na década de 90, eu já notava que alguns eram campeões dos treinos, outros das provas. Era inacreditável ver colegas tão fortes e bem treinados quebrarem ou inexplicavelmente sumirem nas provas exatamente nos momentos chave. No mountain bike, a coisa não é diferente e os grandes atletas tiveram que aprender errando durante anos ou até décadas para entender parte do que vou contar para você neste texto, agora. Quando voltei a pedalar em 2007, confesso que parte da minha alma estava feliz por poder girar livremente pelo mundo, sem a pressão de treino, de vencer, que acontecia antes de eu parar em 1994. Estava obeso e ainda muito mal condicionado. Passei mal ao atingir 200 de frequência cardíaca em uma subida. Pedalar pra mim era questão se sobrevivência. No ano seguinte, lá estava eu, largando na CIMTB, sem ter a mínima noção do que estava fazendo. Fiquei em quinto (de trás pra frente) após parar na segunda volta pra “pegar um ar”, na pista de Araxá.   Larguei mais forte do que faço atualmente, louco de vontade para exercer o que a minha cabeça sonhava, e o corpo não respondia. Obviamente o corpo fadigou e terminei exausto. A minha mente estava na minha curta e vitoriosa carreira como júnior no ciclismo de estrada, mas meu corpo era obeso e semi sedentário! Naquele momento, eu estava “invertido”: tinha cabeça de atleta e corpo de gente normal. Porém, o que vejo acontecer no nosso esporte é justamente o contrário! O erro que muitos praticantes de MTB cometem é o de investir somente no físico, sem preparar a sua mentalidade para:
  • Ter a capacidade de absorver os erros, os imprevistos e crescer com eles;
  • Assimilar a dureza do esporte e engrossar a couraça para continuar;
  • Curtir a jornada, a experiências e não apenas as passageiras vitórias;
  • Entender que a derrota só existe quando você desiste. Até lá são meras experiências negativas;
  • Aprender que experiências negativas ensinam mais que as positivas.
Eu acredito que todos nós nascemos com um potencial mental infinito e podemos alcançar níveis muito elevados de evolução e crescimento desta área tão pouco aproveitada pelas pessoas e talvez por você também. Uma das coisas mais complexas em relação ao esporte competitivo é entender com exatidão o papel que o controle mental exerce em nossa fisiologia, em nossa fadiga, retardando-a ou até aproximando-a nos momentos em que a cabeça afrouxa.

Quem nunca?

Chegar de um treino ou uma prova e ter aquela sensação de não ter feito o melhor, mesmo que o seu foco não seja competir. Chegar “cheio de gasolina” por falta de confiança é um mal que aborrece muitos. Ter a sensação de não ter entregado o que você planejou chega a fazer com que pessoas abandonem o esporte. Pelo contrário, dar o seu melhor do início ao fim, até para competir, curtir as provas, a experiência, é um poder supremo que todo atleta, do peba ao galáctico, precisa trabalhar. A grande diferença entre as camadas extremas do MTB são basicamente três:
  • O aparato fisiológico do galáctico e suas adaptações estão alguns níveis acima;
  • O índice de performance = pacote de desempenho pessoal é desproporcional a um ser humano comum, não atleta. É incrível o poder do nosso corpo se transformar;
  • O poder mental do atleta de alto rendimento é infinitamente superior.

Entenda a diferença (Mentalidade x Fisiológico):

Enquanto você multiplica apenas algumas vezes o seu potencial fisiológico, o seu potencial mental esportivo tende a evoluir muito mais. Uma das primeiras barreiras que encontramos no esforço competitivo é a barreira do diálogo interno. Ter um diálogo interno positivo, que te motive e te coloque #pracima é a primeira transformação que você necessita para ir além do fisiológico. Eu acredito que a cabeça o atleta precisa levá-lo além e não o contrário. Ser a vela e não a âncora do barco, em 100% do tempo! Pelo contrário, ter um diálogo interno negativo é algo destruidor, até para os grandes atletas. Afinal, de onde você acredita que vêm os famosos “dias ruins”? Sempre por fadiga física? Será? No próximo artigo, vou compartilhar com você que acompanha o nosso trabalho, duas ferramentas de coaching para OTIMIZAR o seu diálogo interno. Serve para o esporte e serve para a vida. Nos vemos por lá. Se você gostou deste conteúdo, compartilhe com seus amigos e inscreva-se em nossa lista de e-mail.

Por: Christian Drumond

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CHRISTIAN DRUMOND

Cardiologista, Pós graduado em Medicina do Esporte, Coach, Ciclista “Old School”, Apaixonado por MTB, e Fundador do Segredos do Mountain Bike.

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